Maçã da discórdia

Todo dia era uma maçã. Uma pra antes e outra pra depois do almoço. Quando era antes, partia em duas, tirava as sementes como todo o carinho, comia uma bandinha e deixava a outra no frigobar da empresa até a tardezinha, após o almoço.

À tardezinha voltou lá. E ela não estava.

- Quem foi?! Quem foi que comeu a droga da minha bandinha?
- Eu não fui.
- Nem eu.

E vários outros negando o crime. Aí passa a santa da Michele com aquela voz que não cola nem em criança chata de desenho japonês e fala no maior dos sorrisos:

- Ah é, fui eu. Eu ia te contar, mas esqueci!

Ah, mas aqueles dentes iam sair voando da boca dela. Ia contar? Depois de ter comido? Que contasse! Pelo menos poderia desejar um baita engasgo daquela @#$%… era minha maçã diária, caramba!

Uma resposta

  1. suhUAHSUIhashUHASOUHuahsuiH xDDDD

    Nicoly e suas maçãs ‘-’

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